Investimento em ativos verdes não é unanimidade

Gestão de Recursos/Internacional/Edição 122 / 1 de outubro de 2013
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O governo sueco conclamou os fundos de pensão governamentais do país a diminuir seus investimentos em negócios relacionados a petróleo e outros combustíveis fósseis. O pedido foi feito pelo Centre Party, partido líder do governo de coalizão, e direcionado aos quatro maiores fundos locais. Juntos, eles possuem US$ 146 bilhões em ativos sob gestão.

Em entrevista ao jornal Financial Times, o economista-chefe do Centre Party, Martin Adahl, declarou que esse tipo de investimento representa um risco de longo prazo para o sistema de previdência sueco. Apesar disso, ele garantiu que o partido não pretende fixar o assunto em lei. Embora tenham expandido o investimento em companhias com baixa emissão de carbono, os fundos do país escandinavo ainda detêm importantes participações em empresas como Chevron e ExxonMobil.

Enquanto isso, na Austrália, a gestora NGS Super, que administra US$ 5,08 bilhões, desistiu de sua estratégia ecologicamente responsável devido à falta de interesse de seus investidores por fundos do gênero. No lugar, criou um veículo socialmente responsável, que se compromete a não investir em empresas ligadas a armamentos, pornografia e tabaco. Ao jornal australiano Financial Standard, o diretor da NGS Super, Anthony Ball, disse que o problema dos ativos “verdes” é que eles ainda são pouco diversos e muito voláteis.


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