Governança em companhia mista

20/2/2015



Geraldo Soares*/ Ilustração: Julia Padula

Na última sexta-feira, 13, o IBGC divulgou uma carta de opinião (número 3 de 2015) denominada Governança de sociedades de economia mista. É o início de uma discussão dentro do instituto que merece ser acompanhada; a opinião de todos é bem-vinda. Sugiro ao leitor que leia o documento. Nas considerações finais, o IBGC faz uma pergunta: “A satisfação dos objetos sociais das sociedades de economia mista, de fato, exige presença do Estado como acionista controlador?” Eu não tenho dúvida de que não é necessário ter o Estado como acionista controlador. E você, leitor?


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1 comentário

Feb 20, 2015

Não acredito que seja necessário como controlador, mas com assento nos diversos Conselhos, sim. Mas a questão vai um além disso. É preciso estabelecer órgãos autônomos de controle externo (a exemplo do papel do Bacen em relação aos bancos) e uma forte estrutura de controles internos nessas companhias. O Controle Externo das Estatais mostrou-se ineficaz no caso da petrolífera, portanto tem que ser repensado. E ao que tudo indica os Controles Internos (responsabilidade de todos sob patrocínio da Alta Administração “top down”) não atuou como deveria. Falta de apoio?



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