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Libra pode tornar Zuckerberg o “grande pai”

Ilustração: Rodrigo Auada

Compartilhe, curta, converse, paquere e compre por meio de aplicativos geridos por Mark Zuckerberg. O CEO do Facebook parece estar cada vez mais próximo de fazer parte de cada minuto de nossa vida: no último dia 18, ele anunciou o lançamento da Libra, a criptomoeda da rede social. No discurso, a novidade parece chegar para tornar a vida de todos mais fácil, principalmente a dos desbancarizados de países em desenvolvimento. Mas, ao menos no Twitter, as pessoas se mostraram com um pé atrás. “Tem o potencial para se tornar uma alternativa a moedas nacionais e se tornar um Banco Central de fato,” comentou um usuário. “No limite, representaria privatização e desnacionalização da própria base monetária,” disse outro.

Alguns ressaltaram que, com o lançamento da Libra, o Facebook fica cada vez mais parecido com o aplicativo chinês WeChat, da Tencent, que já tem função de pagamento há alguns anos. “E se a Libra for o primeiro episódio de uma batalha geoestratégica entre o Facebook e a Tencent pela África e sua grande necessidade de inclusão financeira?”, pontuou o pesquisador Nicolas Miailhe em seu Twitter.


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