Empresas de saneamento se preparam para abrir o capital

O setor de saneamento, representado na bolsa por Copasa, Sanepar e Sabesp, deve reforçar sua presença no mercado de capitais brasileiro nos próximos anos. Com inúmeros investimentos por fazer, são candidatas a uma oferta pública inicial de ações (IPO) ao menos quatro companhias do segmento: CAB …



O setor de saneamento, representado na bolsa por Copasa, Sanepar e Sabesp, deve reforçar sua presença no mercado de capitais brasileiro nos próximos anos. Com inúmeros investimentos por fazer, são candidatas a uma oferta pública inicial de ações (IPO) ao menos quatro companhias do segmento: CAB Ambiental, OAS Soluções Ambientais, Aegea e Cedae.
Integrante do grupo Galvão Engenharia, a CAB Ambiental tem seus papéis listados no Bovespa Mais desde 2011, porém ainda não realizou um IPO. Recentemente, a empresa contratou a consultoria de relações de investidores MZ para reforçar o seu contato com analistas e investidores. “Dependendo do estágio em que estivermos, a oferta poderá ser no próprio Bovespa Mais ou em outra esfera da Bolsa”, afirma o presidente da companhia, Mario Galvão. Até 2017, 18 operações que a CAB possui, entre concessões e parcerias público-privadas (PPPs), exigirão R$ 1,2 bilhão em investimentos.
A Aegea Saneamento, que recebeu no fim de setembro um aporte de R$ 300 milhões do GIC, fundo soberano de Cingapura, também se prepara para fazer uma oferta. “Dia após dia nós adquirimos práticas de gestão mais próximas às do Novo Mercado. Nosso conselho já tem um membro independente”, ressalta Hamilton Amadeo, CEO da Agea. No próximo ano, a empresa deve pedir registro de companhia aberta.
Também cogitam fazer um IPO a Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) e a OAS Soluções Ambientais. Enquanto a primeira passa por uma reestruturação que lhe permitiu pagar, pela primeira vez, dividendos ao seu controlador, o governo do Rio de Janeiro, a segunda conquistou, em 2012, sua concessão inaugural. “Os investimentos do setor são intensivos. Boa parte dos contratos prevê concentração maior de aplicação de recursos nos primeiros cinco a dez anos da operação. Uma capitalização, portanto, é algo que pode ocorrer”, diz o presidente da OAS, Louzival Mascarenhas Júnior.


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